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Quinta-feira, 14 de Maio 2026

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Imperatriz Leopoldinense anuncia enredo para Carnaval 2027

A agremiação vai contar a história real de uma boneca de maracatu desaparecida por três décadas em Pernambuco.

Imperatriz Leopoldinense anuncia enredo para Carnaval 2027
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Imperatriz Leopoldinense revelou nesta terça-feira (12) que levará para Marquês de Sapucaí em 2027 o enredo "A memória do rei e o sumiço de Dona Júlia". A agremiação vai contar a história real de uma boneca de maracatu desaparecida por três décadas em Pernambuco. 

Divulgação
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O carnavalesco Leandro Vieira propõe a narrativa que une ancestralidade e cultura popular ao retratar na avenida o mistério da boneca que desapareceu por mais de trinta anos ao ser levada para um museu na década de 1970 e só reencontrou sua origem durante os preparativos e os ritos do carnaval de 2014.

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Dona Júlia, esculpida para guardar os axés do Maracatu Porto Rico, saiu das mãos de seu grupo em 1978 e, por razão não desvendada, foi dada como desaparecida pela instituição responsável por sua salvaguarda, após representantes de seu maracatu reivindicarem o direito por sua posse, em 1980. 
A calunga reapareceu ao ser deixada por um estudante num terreiro em Olinda, sob a alegação de que o objeto "assombrava" a sua casa.
A trama foi descoberta por Leandro Vieira em suas pesquisas debruçadas sobre o cotidiano do Brasil popular e ganha novo capítulo quando um telejornal pernambucano noticia o paradeiro de uma boneca sem procedência e um babalorixá em busca de seus proprietários. Com sua imagem exibida na TV, a boneca é recuperada ao ser reconhecida pelos mais antigos integrantes de seu maracatu de origem.
"Como enredo, a 'Memória do rei e o sumiço de Dona Júlia' amplia o olhar sobre as tradições dos maracatus de baque virado, revelando-as como espaços para a manutenção de ritos associados à coroação dos reis do Congo e às devoções particulares marcadas por aspectos espirituais, nem sempre tão bem difundidos, como o culto aos eguns e o encantamento dos objetos", afirma o carnavalesco.
A trama foi descoberta por Leandro Vieira em suas pesquisas debruçadas sobre o cotidiano do Brasil popular e ganha novo capítulo quando um telejornal pernambucano noticia o paradeiro de uma boneca sem procedência e um babalorixá em busca de seus proprietários. Com sua imagem exibida na TV, a boneca é recuperada ao ser reconhecida pelos mais antigos integrantes de seu maracatu de origem. "Como enredo, a 'Memória do rei e o sumiço de Dona Júlia' amplia o olhar sobre as tradições dos maracatus de baque virado, revelando-as como espaços para a manutenção de ritos associados à coroação dos reis do Congo e às devoções particulares marcadas por aspectos espirituais, nem sempre tão bem difundidos, como o culto aos eguns e o encantamento dos objetos", afirma o carnavalesco.
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